Feira de Alimentação - 30/07/2011

Espaço dedicado às boas comida, bebidas e artes inspiradas no cerrado

A feira de alimentação é um dos lugares mais movimentados durante o evento, reunindo artesanatos, comidas, bebidas, música, muito bom humor e longas prosas

por Vitor Santana

Foto: Fredox Carvalho

Feira monta ao lado do palco foi mais um grande sucesso

A sempre movimentada feira de alimentação do Encontro de Culturas montada, este ano, ao lado do palco, teve um número bem reduzido de barracas, devido a priorização do Circuito Gastronômico, envolvendo restaurantes e bares em São Jorge e Alto Paraíso, mas isso não diminuiu a animação. Noite após noite, atistas, produção e turistas se reunem em volta das fogueiras acesas para conversar, comer e beber, além de se divertirem ao som dos artistas que se apresentam no palco. O espaço também é livre para pequenas manifestações espontâneas de artes, o que enriquece ainda mais as noites do evento.


Muita gente se reuniu todas as noites no espaço reservado às barraquinhas de comida e artesanato. Foto: Fredox Carvalho

Nos últimos dias do festival, seu Zé Nilo, morador de Colinas do Sul, apresentou um insturmento que desperta atenção por onde passa: a onça, que também faz parte da tradição da Caçada da Rainha. Onça e sanfona alegraram os momentos antes do início das apresentações no palco.

Os índios Fulni-ô, de Pernambuco, montaram um pequeno espaço para mostrarem seus artesanatos. Foram expostos brincos, pulseiras, instrumentos musicais entre ourtos adereços. Outra opção era a barraquinha “Central do Cerrado”, contendo artesanatos em madeira, bolsas, além de doces e cachaças. Os integrantes do grupo Towara, do Benin,  na África Ocidental, também montaram seu stand para divulgar um pouco mais sobre sua cultura, seus costumes e vender pequenas lembranças de seu país.

Além de arte, quem circulou pela feira pôde experimentar diversas opções de comidas e bebidas tradicionais do cerrado. E, como disse o espanhol chef Luís Hernández, ministrante de uma das oficinas do I Encontro de Culturas Gastronômicas, a culinária é um aspecto muito importante de identificação e reconhecimento, também merecendo destaque em um encontro cultural.

Entre as diversas barraquinhas, os visitantes podiam encontrar o tradicional Gergeliko, presente na maioria dos estabelecimentos de São Jorge; chopp e cervejas artesanais; as pingas e licores do Seu Valdomiro e a barraca Kalunga, com suas paçocas, caldo de carne com mandioca, beiju, bolinhos de arroz e o tradicional quentão para espantar o frio.

Seu Zé Nilo, além de alegrar os visitantes da feira com o som da onça, também montou uma barraquinha com licores do cerrado, pimentas, geleias, além de sanduíches naturais e farofas. Tantos produtos fizeram da feira um dos lugares mais movimentados e animados do Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros.

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